quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

SAÚDE URBANA








Zero Hora: 30 de dezembro de 2009 | N° 16201

Maria Inês Reinert Azambuja

 to saude-urbana, me, Amadeu, Delmar, Francisco, Gilmar, Sérgio
show details 7:53 AM (56 minutes ago)
Praabéns, Dr. Achutti!
Eu acabo de ler!
Seria interessante colocar no Blog da Comissão de Saúde da Assembléia. A Assembleia podia colocar este assunto bem alto na agenda de 2010. O que vocês acham? Para a Assembleía seria um importante mote para  contato com as cidades do Estado.
Abs,
Maria Inês

ARTIGOS

Saúde urbana, por Aloyzio Achutti *

Este é o tema escolhido para o Dia Mundial da Saúde (7 de abril) para o ano que entra (2010), e pode nos servir também como motivo para reflexão e, quem sabe, como proposta, neste tempo de passagem.

Já sabíamos há algumas décadas que como brasileiros já éramos predominantemente urbanos, tendo ultrapassado o marco dos 80%. Desde 2007, a população rural do mundo foi superada por aquela que vive nas cidades.

Por essa evolução, pode-se depreender qual a forma mais eficiente e interessante encontrada pela humanidade para se organizar e viver. Todos os tipos de recursos ficam mais ao alcance. Nós ficamos mais próximos uns dos outros, embora às vezes até inconvenientemente...

Com o desenvolvimento dos meios de comunicação eletrônicos e transporte, a distância entre nós vai ficando cada vez menos importante, mas nada indica que possamos voltar um dia a nos dispersar no campo. Este, por sua vez, deverá permanecer essencial para sustentar a cidade, mas cada vez com proporcionalmente menos gente para operá-lo.

A par das forças instintivas e das vantagens que nos juntaram nestes formigueiros humanos, alguns vícios fomos desenvolvendo capazes de nos tornar neuróticos, infelizes, doentes e muitas vezes violentos e destrutivos. É tempo de usar do bom senso e de criatividade para corrigir as distorções e reencontrar os benefícios que o convívio pode nos proporcionar, inclusive facilitando a preservação de nosso hábitat.

A proximidade no solo urbano pode potencializar nossa capacidade de realização, incentivar a emulação, a solidariedade e a troca de valores, mas também pode ser pretexto para a inveja, o egoísmo, a exploração e a violência.

Porto Alegre já é privilegiada pela natureza e pela população que a habita, temos diversas iniciativas, tanto do ponto de vista de estudos e pesquisas quanto de políticas, atividades e realizações práticas que nos orgulham de poder figurar já como uma metrópole com propósitos de ser uma cidade cada vez mais saudável. Lembremos apenas uma, o Fórum – aqui nascido, mas de fama mundial – cujo lema propõe a possibilidade de um outro mundo melhor.

Neste clima de renovação e bons propósitos, poderíamos incluir nossa contribuição para acelerar a construção desta cidade saudável, muito mais ao alcance nosso com algum privilégio social-econômico-cultural.

Então, em 2010 e nos anos que se seguirem, poderemos viver melhor, porque além de individualmente mais saudáveis e com melhores condições de exercitar nossa vida, teremos condições de nos orgulhar por viver numa cidade também saudável, onde não somente a natureza é linda e preservada, a arquitetura e a urbanização são convidativas e funcionais, mas o povo será cada vez mais amável e feliz.

* MÉDICO

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Diretrizes da Conferência Nacional de Saúde Ambiental

http://saudeambiental.net/2009/12/as-directrizes-da-1-conferencia-nacional-de-saude-ambiental.html

Desenvolvimento e sustentabilidade


TUESDAY, DECEMBER 22, 2009

Desenvolvimento e sustentabilidade


ZERO HORA: 22 de dezembro de 2009 | N° 16194

ARTIGOS

Desenvolvimento e sustentabilidade, por Aloyzio Achutti *

De tanto uso, conceitos ficam desgastados, ainda mais depois da COP15 (Copenhague), mas é preciso continuar a discussão, elaborando, desvendando, buscando esclarecimentos, particularmente de alguns aspectos não tão óbvios e interesses ocultos./.../

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Lessons From the Copenhagen Climate Talks

http://www.time.com/time/specials/packages/article/0,28804,1929071_1929070_1949054,00.html?xid=newsletter-daily

Artigo da Revista Time que contém considerações importantes como apreciação global sobre a conferência: Era previsível a divergência e tensão entre as diversas posições dos países e o fato de ter havido uma intensa discussão já um progresso no sentido de não simplesmente ignorar o tema.

 

A delegate rests, after a 24-hour period of plenary sessions at the UN Climate Summit in Copenhagen, Saturday, Dec.19, 2009
AP

It was during the wee hours of Saturday morning when a delegate from Saudi Arabia, of all places, expressed what may have been the consensus view of the contentious final plenary session at the UN climate change summit in Copenhagen. "I am working without break for 48 hours now," he said. "I do not see, in the future, a situation where we can adopt a legally binding, given these [reactions to a compromise plan hammered out between President Obama and the leaders of the key developing nations]. This is without exception the worst plenary I have ever attended, including the management of the process, the timing, everything."
But although many will remember the Copenhagen climate summit as an unmitigated disaster, that's too simple an assessment. The event was nothing if not contentious. Outside the venue, stressed out Danish riot cops clashed with thousands of protestors demanding action by the world's governments. Inside, some of the poorer developing countries kept the proceedings frozen with procedural objection after procedural objection, while major economies like the U.S. and China brought little new to the summit and barely budged from their negotiation positions. In the end, all that was produced was an interim accord barely worth the name. It was bitterly attacked by many environmentalists, and even its chief architect, President Barack Obama, admitted the pact was "not enough" and that "we have a long way to go."(See the top 10 green ideas of 2009.)
For all its limitations, however, the Copenhagen Accord is the first real step to fighting climate change in the 21st century. The real value of Copenhagen of the summit may lie in what it teaches us about dealing with climate change — and much more. Here are five lessons of the summit:/.../


Read more: http://www.time.com/time/specials/packages/article/0,28804,1929071_1929070_1949054,00.html?xid=newsletter-daily#ixzz0aKTcY35d